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Oriente Médio: Religião

O Oriente Médio possui extensão territorial de 6,8 milhões de quilômetros quadrados, está localizado no oeste da Ásia e é formado pelos seguintes países: Arábia Saudita, Bahrain, Catar, Egito, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Irã, Iraque, Israel, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omã, Síria, Turquia.

Sua população é de aproximadamente 260 milhões de habitantes. A diversidade étnica e cultural entre os habitantes do Oriente Médio é enorme, fator responsável pelos conflitos naquela região. Um dos elementos diversificados é a religião, com crenças diferentes e disputa por territórios considerados sagrados.

As três principais religiões monoteístas, ou seja, crença na existência de um único Deus, surgiram no Oriente Médio: O Islamismo, o Cristianismo e o Judaísmo.

A religião com maior número de seguidores é o Islamismo (90% da população). É uma religião monoteísta, fundamentada nos ensinamentos de Mohammed, ou Muhammad, chamado pelos ocidentais de Maomé. Após a morte de Maomé, a religião islâmica sofreu ramificações, ocorrendo divisão em diversas vertentes com características distintas. Os segmentos do Islamismo que possuem maior quantidade de adeptos são a dos sunitas (maioria) e a dos xiitas. Ao contrário do que muitos pensam, o Islamismo não é dividido apenas em sunitas e xiitas, existem vários outros grupos menores, entre eles estão os drusos e os alauítas.

A segunda maior religião em números de seguidores no Oriente Médio é o Cristianismo. A região abriga cerca 12 milhões de cristãos, muitos de igrejas árabes, como a Copta ou a Maronita, que estão entre as mais antigas do Cristianismo. Os países com a maior quantidade de cristãos são a Síria e o Líbano.

Além disso, também vivem no Oriente Médio mais de 6,5 milhões de Judeus, quase todos em Israel. O território que atualmente corresponde à Palestina já foi habitado por judeus há cerca de quatro mil anos, no entanto, foram expulsos durante o Império Romano. Os judeus retornaram para o Oriente Médio através de fluxos migratórios, que se fortaleceram com a construção do Estado de Israel, em 1948. Esse fato é um dos principais responsáveis pelos constantes conflitos entre judeus e palestinos, pois Israel está anexando territórios habitados por palestinos.

A cidade de Jerusalém é disputada pelas três grandes religiões. É um local sagrado para o Islamismo, o Cristianismo e o Judaísmo. Confira a importância simbólica de Jerusalém para essas religiões:

- Islamismo: Domo da Rocha, em Jerusalém, é o terceiro local mais importante no Islamismo, de onde Maomé subiu aos céus.

- Cristianismo: Igreja do Santo Sepulcro, localizada em Jerusalém, assinala o local tradicional da crucificação, do enterro e da ressurreição de Jesus Cristo.

- Judaísmo: Para os judeus, o Muro das Lamentações, parte do Segundo Templo, localizado na cidade de Jerusalém, é o local mais sagrado de todos.

Sudeste Asiático: Economia


Cingapura é o principal centro econômico do Sudeste Asiático
 Cerca de 70% da população do Sudeste Asiático vive na zona rural, mostrando uma forte ligação com as atividades primárias. Desse modo, as bases da economia dos países desta região são a agropecuária e o extrativismo, o que resulta na inserção da metade da população economicamente ativa no setor primário.

Dentre as atividades agrícolas desenvolvidas no Sudeste Asiático, o cultivo de arroz é um dos destaques, o qual é realizado na maioria dos casos às margens de rios, mais especificamente, nos deltas dos rios Irrawaddy, Myanmar, Chão Phraya, Tailândia, Mekong e Vietnã.

Outra cultura de grande relevância para a economia do Sudeste Asiático é a seringueira, especialmente na Malásia, tendo em vista que esse é o maior produtor de látex de origem vegetal do mundo. O subcontinente é também um grande produtor de chá, cana-de-açúcar e pimenta-do-reino, incluindo ainda a produção de estanho (Malásia) e madeira e petróleo (Indonésia). A Indonésia, aliás, é um dos membros da Opep (Organização dos países exportadores de petróleo), que reúne os maiores produtores de petróleo do mundo.

No setor industrial, em geral, a produção é restrita, em razão da atividade primária ser a mais difundida e dos países ainda não terem ingressado em um processo de industrialização efetiva. Apesar disso, alguns países se destacam nesse segmento produtivo, como: Cingapura, Tailândia, Brunei e Malásia. Isso é resultado de vultosos investimentos oriundos de capitais externos, especialmente japoneses.

Nenhum país que integra o Sudeste Asiático possui um destaque maior que Cingapura, que detém um relativo reconhecimento no cenário global, uma vez que está entre as economias emergentes ou em desenvolvimento da Ásia, comumente denominadas de Tigres Asiáticos.

Ásia Central: Economia


Agricultores na Ásia Central.
Com o declínio do socialismo e o fim da União Soviética, abriu-se caminho para que os países da Ásia Central promovessem a proclamação da independência, isso a partir de 1991. Então, os países da Ásia Central (Casaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Turcomenistão e Usbequistão) ingressaram na CEI (Comunidade dos Estados Independentes), associação criada por ex-repúblicas da URSS.

O surto de independência na Ásia Central promoveu diversas mudanças na configuração política e econômica da região. Algumas mudanças ocorreram quase que simultaneamente, como a implantação de processos eleitorais e a abertura da economia, por exemplo, abrindo espaço assim para a entrada do capitalismo e capital estrangeiro.

A configuração da economia da Ásia Central está largamente ligada ao setor primário, principalmente no segmento da agricultura, pecuária e do extrativismo mineral.

Na produção agrícola, destaca-se o cultivo de algodão e frutas. Para o desenvolvimento da agricultura é preciso empregar técnicas de irrigação de maneira intensiva para garantir a produtividade e o abastecimento interno de alimentos. Na produção pastoril, a região tem como principais criações: ovinos e caprinos. A atividade agrícola exerce uma enorme relevância para a composição econômica da Ásia Central.

Quanto ao extrativismo mineral, o subcontinente abriga em seu subsolo jazidas de diversos tipos de minérios. Dentre muitos, os principais são: carvão mineral e minério de ferro em países como o Casaquistão e o Quirguistão, e petróleo e gás no Usbequistão, Turcomenistão e Casaquistão. Existem ainda indústrias de beneficiamento, como siderúrgicas, petroquímicas, alimentícias e têxteis.

Sudeste Asiático: Agricultura


Produção de arroz no Sudeste Asiático.
O Sudeste Asiático (ou Sudeste da Ásia) é um subcontinente da Ásia que ocupa uma área de 4,5 milhões de km². Nessa área encontram-se onze países, são eles: Mianmar, Laos, Tailândia, Camboja, Vietnã, Cingapura, Malásia, Indonésia, Brunei, Filipinas e Timor Leste.

Essa porção territorial da Ásia é banhada por dois oceanos, o Índico e o Pacífico. O Sudeste Asiático se distingue em: países localizados em áreas continentais e países situados em áreas insulares, entre os quais podemos citar: a Indonésia e as Filipinas, ambas são grandes arquipélagos.

A região do Sudeste Asiático abriga uma grande população, são aproximadamente 536 milhões de habitantes. Desse total, a maioria vive na zona rural, atuando na agricultura.

A cultura agrícola que mais se destaca é o plantio de arroz (rizicultura), que é a base da dieta de grande parte da população dos países da Ásia.

Somente os produtores de arroz do Sudeste Asiático respondem por cerca de 26% da produção em escala global, o maior produtor nessa região é a Indonésia.

A produção de arroz na Indonésia é superada somente pela China e Índia, que são os maiores produtores do mundo.

A rizicultura é desenvolvida no Sudeste Asiático de forma tradicional, o trabalho é realizado pela família com auxílio de animais, além disso, todo o trabalho, desde o plantio até a colheita, é feito manualmente.

Os países do Sudeste Asiático não se restringem a produzir somente arroz, são cultivadas também outras culturas agrícolas, como banana, borracha, cana-de-açúcar e coco, além da criação de animais, como por exemplo, bovinos e suinos.

Oriente Médio: Análise Geopolítica

Posições estratégicas e reservas de petróleo são os atrativos de região onde agravam-se os conflitos
A região comumente denominada de Oriente Médio (ou Oriente Próximo do ponto de vista geográfico dos europeus) é uma das mais estratégicas do planeta. A Palestina, cujas terras encontram-se no meio dessa região, desde a antiguidade e durante milhares de anos foi local de passagem para caravanas de comércio. Nessa grande porção de terras unem-se três continentes: Ásia, Europa (pelo mar Mediterrâneo) e a África (pelo mar Vermelho).

Há nessa área, porém, alguns pontos em particular, onde é preciso deter-se mais atentamente sobre suas localizações geográficas, para um melhor entendimento do quanto é importante, inclusive do ponto de vista militar, o Oriente Médio (2).

A primeira delas é o estreito denominado Bab el Mandeb. Este fica entre o Estado de Djibuti e a República do Iêmen, no mar Vermelho (bahr ahmar). É também o local onde ocorre o estreitamento do Golfo de Aden, que banha não só o Iêmen, mas toda a costa oeste da Arábia Saudita e a costa leste de vários países da África. O mar Vermelho é a ligação fundamental para se atingir o canal de Suez, no Egito.

Essa porção de mar representa uma linha de cerca de 50 km, situada entre o 14º e 15º paralelos e o 12º e 14º meridiano. Por ali passa boa parte dos navios em direção à Europa e ao norte da África, vindos da parte sul dos continentes africano e asiático.

Um segundo ponto estratégico da região é o Estreito de Ormutz, situado entre os países de Omã e Irã. É o ponto que liga o Golfo de Omã e o Golfo Pérsico-Arábico. A distância em linha reta entre esses dois países é de cerca de 120 km. Por essa área passam todos os navios para adentrar ao Golfo.

“Uma das sete frotas americanas estacionam sempre nas águas do Oriente Médio”.

A Nova China


INTERDISCIPLINARIDADE:
 
História: a transformação da China de nação subdesenvolvida em potência.
 A China pode ser considerada uma potência regional, mas não ainda uma potência internacional.

TRANSVERSALIDADE:

Meio Ambiente: os efeitos danosos do crescimento Econômico desenfreado.

-RELEVO-

População da Ásia

A Ásia abriga mais de metade da população total do planeta, concentrando-se principalmente nas grandes planícies da China, no vale do Ganges, nas costas do Deccan, no Japão, no delta do Mekong e em Java, enquanto as zonas montanhosas e as regiões frias e desérticas são quase despovoadas. A distribuição desigual da população se repercute nos índices de densidade demográfica, que no final do século XX se aproximavam dos 800 hab/km2 nos vales da Ásia monçônica e, em contrapartida, chegavam a apenas quatro por quilômetro quadrado na Sibéria e nos desertos da Ásia central.



Apesar dos programas de controle de natalidade adotados por diversos governos (Japão, China, Coréia do Sul, Índia), a taxa de natalidade anual é elevada (em média 3%), enquanto a taxa de mortalidade tende a diminuir, pela melhoria das condições sociais.

Questões sobre a Ásia

PARTICULARIDADES DA AGROPECUARIA ASIÁTICA
1. A agricultura introduzida no espaço tropical do Sudeste Asiático pelos europeus, que visa abastecer seus mercados com matérias- primas e alimentos produzidos à custa da exploração da monocultura e da mão de obra barata, denomina-se:
a) itinerante.
b) intensiva.
c) rizicultura irrigada
d) plantation.
2. As plantations sempre apresentam:

Ásia: Aspectos Naturais

Introdução 
A Ásia é um continente cujas terras estão localizadas, em maior parte, no hemisfério norte (oriental e setentrional). Ao norte, a Ásia é banhada pelo Oceano Ártico; ao sul pelo Oceano Índico; ao leste pelo Oceano Pacífico e a oeste faz fronteira com a Europa e África.
   
Informações importantes sobre a Ásia:  
- A área do continente asiático é de 44.482.000 km². É o maior continente do mundo com 29,4% das terras emersas.
- É também o

 
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